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10/07/2008

Eu já nem sei dizer aonde o fio de criação entre 'Homem e Deus' se rompe olhando tudo daqui.
Quando essas luzes me consomem, cada nota de mim, desintegra todo corpo e sensação que preenchia uma pessoa intera. Eu me vejo em milhares de carros, sem forma natural. Eu me vejo em milhares de cacos. E sou convencida de que sou muito mais algo ali, debaixo do azul escuro do firmamento que reflete todas aquelas luzes artificiais que constroem o movimento da cidade e das pessoas.
Sou muito mais algo aqui, sou eu e as mil pessoas também estão se admirando nos reflexos e torcendo os dedos para que a noite de Brasília não vire dia tão cedo.


Escrito por Ana. às 15h31
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23/12/2007

Eu vou me agarrar nas migalhas e fiascos do dia.

Para cada vez que meu nariz arder, eu me lembrar que a culpa é minha.

 


Escrito por Ana. às 03h48
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14/10/2007

Eu sempre quis que a vida me levasse por completo. Por um breve momento louco e calado, por um teto e roupa lavada.
Eu acho que meto coisa demais nessa minha. Vida. Louca. Breve.

Me disseram que isso é o ingresso pra morte, mas eu sinto um gostinho de vida hoje.


Escrito por Ana. às 23h24
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18/09/2007

Protesto do cidadão anapolino.

Eu axu un ultragem essa jente nogenta que nao sabe apresciar uma boa musica não sai da frente do áipod para ler um bon livro sobre as coisa da vida como politíca desse governo de merda desse país dos rico mandano nos pobre que não tem direito e mata pra sobreviver na vida cruel de desigualdade e inguinorânsia. Outra coisa que eu não suporto é a inguinorânsia por que aí tem gente que não sabe de nada e acha que é melhor que os outro mas num é por que a gente é tudo ingual apesar da desigualdade do país do governo de merda tem que ler e escutar musica boa e não assisti televisao porque conçome a mente e gostar de mpb como por exemplo o grande rei do róque chico Boarque e dinho ouropreto e outros. O resto é resto e fodamse os outros. Não gosto de rotulaçãos.


Escrito por Ana. às 21h36
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Dracul

Bring your body to me, babe.
And you don't need to give me your love.
I'm bleeding now, waiting for this! (moment)

It won't be fast,
You won't apreciate it,
and I'm not your queen.

send me you into a million pieces.
Send me all your pleasures,
And I will take your hand
and show you what i can
do to you

It wont be fast,
You won't apreciate it,
and I'm not your queen.

Get up,
can't you see?
I'm just another criature.
And nobody, nobody is free.


Escrito por Ana. às 21h04
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É você se sentir o maior babaca da face da Terra.
- E por que isso?
- Acho que conforme crescemos, vamos enxergando melhor as coisas.
- E o que você enxerga?
- Que eu não passo de um babaca que finge.
- Finge o que?
- Tudo.
- Finge por quê?
- Porque eu já me perdi de mim.
- Ah! Há quanto tempo?
- Não sei.
- Você já tinha crescido?
- Erm, não sei também.
- E você já enxergava nessa época?
- Olha, eu não sei.
- Então os cegos são melhores que nós?
- Acho que sim.
- Por que?
- Porque eles não vêem essas coisas...
- Mas eles não vêem é nada! E se eles se sentirem piores por não verem essas coisas?
- Aí eu já não posso fazer nada.
- Pode!
- Não posso, não.
- É claro que pode! É só contar como são as coisas que eles não vêem!
- E você acha que eu tenho tempo pra isso?
- Aí eu já não posso fazer nada.
- Além do que, não teria graça alguma ouvir como são as coisas que você não pode ver...
- Você pode ver?
- Posso.
- E tem graça?
- É claro que tem!
- Então crescer é bom!
- Por que?
- Porque aí você você vai enxergando melhor as coisas, não?!
- De certa forma, talvez... Qu... Quem é você?
- Eu sou a Ana.
- Não, eu sou a Ana!
- Eu sou a Ana também.
- Não pode, eu sou a Ana, e pronto.
- Tudo bem. (Mas que eu sou a Ana, eu sou.)

AAAAAAARGH!






- Sou tão alternativa, que sou louca.


Escrito por Ana. às 21h03
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11/09/2007

Diz, Lob's!

"E aí bláblá, blábláblábláblá, eu te amo."


Escrito por Ana. às 22h30
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08/09/2007

Porra, hoje me deu uma puta vontade de xingar pra cacete e foder com toda a ética feminina. Caralho, mas meninas não fodem. Talvez a filha da puta da coordenadora da quinta série estivesse certa quando falou aquele saco de merda e fechou dizendo que eu sou um garoto.

Mas eu não sou garoto porra nenhuma! Eu choro vendo aqueles dramas de miseráveis desgraçados na vida, e sempre espero um vagabundo me fazer qualquer coisa que pareça alguma comédia romântica ridícula. Eu adoro sapatos e tenho um puta tesão por maxilares masculinos. Aquela à toa não sabia de nada.

Talvez tenha acertado quando disse que garotas devem ser recatadas e discretas. Mas, porra, filha da puta, nem todas as garotas conseguem conter a merda do riso. E eu tenho umas amigas absurdamente lindas, bem arrumadas e bem providas com o diabo da discrição.

Eu continuo com o sorriso torto e metálico, com as coxas metidas em calças apertadas e esbarrando em tudo quanto é atrito por aí.

Mas eu te juro, isso me faz feliz pra cacete!

 

(pronto, passou.)


Escrito por Ana. às 00h54
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05/09/2007

Entra na roda

É, a gente erra. A gente perde as chaves. A gente perde a cabeça.

Mas você sabe as coisas que eu faço.
Sabe o que eu gosto de ouvir.
Sabe onde eu estou todas as noites.

Sabe que eu sempre pego um táxi pra longe quando chegam todas aquelas contas no correio,

que eu sempre reviro a gaveta procurando cheiro de livro velho,

sabe que eu tomo café sem açúcar pra me lembrar de você.

Se eu tivesse todo esse pranto que vêem em mim, até que eu chorava.
Mas, sabe, não dá.

Não me culpe, mas somos todos assim. Fraquinhos, bestas, lúcidos.
Pegamos táxi, cheiramos livros velhos, tomamos café amargo.

É, a gente erra. E você só não quer admitir, bobinho.

"Diga a verdade ao menos uma vez na vida, você se apaixonou pelos meus erros."

 



 


Escrito por Ana. às 22h08
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02/09/2007

Ela jogou todos os vasos que compraram naquela viagem de Julho do ano retrasado na parede.

Arrebentou a TV das Casas Bahia com a cadeira da cozinha.

Puxou todos os cabides do guarda-roupa que compartilhavam.

Rasgou o cheque mensal que sua mãe manda para contribuir nas contas do apartamento.

Olhou para suas pernas dormentes metidas em uma calça jeans apertada. E chorou.

Olhou para a sala, com os quadros todos tortos e quando viu a TV estourada. Chorou mais.

O tapete já estava molhado, ela encolheu, apertou, sentiu-se só e finalmente se rendeu:

 

- Volta pra casa, amor.


Escrito por Ana. às 17h51
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Tudo vira bosta, Rita!

Tudo.


Escrito por Ana. às 17h39
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Nem Platão, nem Narciso.

As sombrancelhas estavam extremamente fechadas, de forma que seus olhos ficavam mais fixos ainda aos pontos que mirava. Não fazia muita diferença, no final, qualquer lugar onde eles descansassem, ali ficariam.

Os lábios bem colados um no outro, fechando sua boca de forma rude.

Sua respiração era leve, de forma que não se ouvia nada. Mal se sentia seu pulmão inflar.

Escorregou, por um instante, os olhos até o relógio, eles marcavam 18:08. Domingo. Setembro.

Um gosto amargo na boca, lhe decorria de um súbito frio na barriga. E ao fechar os olhos, uma rede de qualquer dessas coisas internas balançava sua mente embaralhando as cartas.

O som do piano apalpava a carne de suas costas, e escorria.

As sombrancelhas eram aquelas mesmas, os lábios ainda cerrados. Um leve movimento de arranhar uma unha na outra. E eu poderia jurar que aquilo era prazer.

Mas eu não conheço essa menina.

Eu não sei se dói mais ou menos,

mas o estranho é ver tudo isso de dentro dela.

 

 


Escrito por Ana. às 17h24
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25/08/2007

Hoje é dia de Maria.

"Que lindos olhos,

que lindos olhos tem você.
Que ainda hoje,

que ainda hoje eu reparei.

Se eu reparasse,

se eu reparasse um pouco antes,

eu não amava,

eu não amava quem amei."


Escrito por Ana. às 22h37
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11/08/2007

Eu costumava bater muita boca por aí.

Dizia assim, o que me vinha nos lábios, porque na mente aquilo não chegava a passar.

Cara, e quanto mais eu discutia, mais eu queria discutir. Insano.

E esses dias, no meio de uma dessas, ela chegou, serena como o usual, pegou a minha mão, pediu licença com os olhos e me puxou; ela não precisaria me puxar, a minha vontade era de seguir aquele silêncio para onde quer que fosse; mas ela puxou.

Me sentou no quintal, e olhou pra mim. Ela já esperava a chuva em meus olhos.
Mas me veio uma tempestade, um temporal.

Me recolhi em seu colo;que naquele instante, parecia ser tão maior que o meu...
Eu queria parar, não queria que me visse assim. Mas estrela alguma se importava com meu pranto, ela dizia.

E realmente, estavam lá, caminhas, calminhas. E toda imensidão calada do infinito parou para me ouvir.

Sereno caiu.
Madrugada adentrou.
E eu me levantei.

Desde então, nunca mais cuspi ódio.

E lhes digo, se isso não é amizade, então eu acho que a desconheço.


Escrito por Ana. às 10h42
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08/08/2007

Elo lírico.

Não são dois.
Muito menos cada um por si.
Eu não deixo de me ser quando escrevo, nem quando não o faço.

Eu sou ele, eu sou eu, eu sou lírica.

 


Escrito por Ana. às 15h17
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